quinta-feira, 25 de outubro de 2007

SPANKY WILSON, SARAVÁ E THE QUANTIC SOUL ORCHESTRA



É por isso que aquele é um dos melhores blogs de música e... Sarava que encontrei no pedaço. Olha a pérola que desencavo num passeio brevezinho só pra pegar o link que dá acesso à Spanky:

“Educação sexual deveria ser ensinada a éguas e cavalos, os homens precisam aprender a amar”
Nelson Rodrigues

Pelo menos o álbum eu descobri sozinho...
E se você não baixar Spanky, que não se encontra nem na Modern Sound, parceiro(a), sinto muito, mas és um vacilão.

Depois de passar em revista a tropa, me dou conta de que este é um álbum tão essencial que 3 comentários ou pouco mais que isso, me causam espanto verdadeiro. Enfim, pensando como marqueteiro, talvez falte aqui um link para mais informações. Continuo hoje, 06 de novembro de 2007, afirmando (depois de breve pesquisa no site da mesma)que este aqui não se encontra nem na recentemente eleita 7ª melhor loja de discos do planeta Terra!, a Modern Sound* (RJ). Em minha opinião, Spanky Wilson & The Quantic Soul Orchestra - "I'm Tankful" é o the best album atual de soul-funk-r&b music legítima dos dourados Motown times já feito em muito tempo de tentativa & erro. Precisa dizer mais?

LINK REFEITO:

THE QUANTIC SOUL ORCHESTRA & SPANKY WILSON (I'M THANKFULL) 2006


*
Depois comércio e executivos da indústria phonográfica reclamam que blogs como este atrapalham as vendas...

10 comentários:

  1. Não vacilei não Sônico, baixei. Que discaço!!! Não costumo, por falta de tempo mesmo nunca comentar, mas esse fiz questão. Muito obrigado!

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  2. SERGIO SÔNICO26/10/07 10:11

    Bob Pai, tu é o cara! O que está fazendo o melhor disco de R&B,Soul dos meus 177000.000 de álbuns da coleção (só desse estilo) com apenas um comentário? Assim não pode, assim não dá...

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  3. Faço minha as palavras d meu pai.

    Bob Filho

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  4. Phonográfica (assim mesmo, com ph) O natal está chegando, sugestões para presente aqui não faltam. O que se pode fazer se, por exemplo, uma Universal prefere investir massivamente e dar destaque ao lançamento do último do Padre Marcelo Rossi?

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  5. Nada contra absolutamente, como diz Heloisa Helena, ao padre pregar cantando e vendendo milhões. Acredito até que este leva todas as vantagens em relação aos outros artistas, já que, fiel que compra disco pirata de padre cristão, tem mil anos de amolação! Sem contar que não é fiel e sim um traidor! Mas o que quis dizer é: se a indústria do disco só investe (massivamente) em chiclete que perde o gosto segundos depois de avidamente mastigado, tendo a internet a disponibilizar com antecedência tudo que se lança, ou melhor, que se cospe, a culpa pelo fracasso deles é nossa?

    A discussão está lançada e aqui não se cospe quando se fala.

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  6. Fala ScotchSônico

    Estou aqui destilando sue blog pela primeira vez. Anda não baixei nada, mas esse disco da Spanky e quantic orq. foi o melhor disco gringo que eu achei por ai nos ultimos meses. Baixei tb outro disco muito bom da quantic orq. se quiser te arrumo. Vamos tomar uma soda caustica qualquer dia.
    abs
    Breno

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  7. SERGIO SÔNICO6/11/07 21:26

    Tenho os 3 Brenildo. É bom muito, né? Tanto que de tão inconformado desandei a falar sozinho aqui pra pra fazer crescer o número de comentários! Pega o carrinho na porta e sai fazendo a feira livre que aqui tá liberado!

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  8. SERGIO SÔNICO7/11/07 09:49

    Prosseguindo na discussão que até aqui só este blogueiro participa, estimulando-a, aqui um texto bastante embasado:

    O MERCADO, AS MAJORS E A INTERNET

    Para um músico, na origem da crise da indústria fonográfica está, em grande parte, o tipo de música na qual se aposta: «Nós vemos que os grandes lucros da indústria são lucros com a música pop descartável para adolescentes. O pop pastilha elástica, mainstream. Estas são músicas com um prazo de validade muito curto: ou são vendidas no imediato ou na estação seguinte já passou, já ninguém compra. E o problema para as majors (que para o bem da cultura pode ser a solução) é esse. O consumo imediato, que é o que traz retorno financeiro imediato, é feito de maneira gratuita. Aquilo que podia funcionar como promoção não funciona mais, ou melhor, funciona como esgotamento do próprio produto, deixando então de funcionar em termos lucrativos.

    Assim sendo, não é uma questão de qualidade, nem de redistribuição de direitos de autor. É a própria indústria, a estrutura que vem do passado. Estamos numa encruzilhada e a indústria tem de mudar se quiser sobreviver (subvertendo a lógica do mercado). A Internet tem de ser vista como uma forma de promoção como foram as rádios, [pois] vai substituir a rádio como forma de promoção, como grande aliado da indústria discográfica. A indústria tem de entender isso e encontrar outras formas de investir. Deixar de investir massivamente na música “junkfood” para adolescentes para passar a investir numa música que tenha um prazo de validade longo. Essa é uma solução óbvia. Porque é essa música que será interessante e trará o feedback financeiro com o qual a indústria se alimenta.

    A Internet deve servir como uma grande biblioteca de áudio, permitindo a consulta livre aos interessados. Uma pessoa de Braga (Portugal/onde este texto foi pinçado) não tem de se deslocar a Lisboa para consultar uma Fonoteca; vai à Internet e consulta e faz os downloads que bem entender. E se houver coisas que lhe interessem, que lhe apeteça ter, sempre haverá todo um fetiche ligado ao produto que download nenhum preenche! A obra, a partir do momento em que está no mercado, é um produto muito bem acabado e a força da mercadoria, em si, já é o fetiche!

    Isto vem nos livros, desde Marx: o grande poder de persuasão da mercadoria, em termos de venda, é a sua fetichização, e a fetichização da mercadoria passa pela embalagem, no caso de um CD ou DVD, do encarte, dos créditos e todas as informações adicionais contidas no produto. Não há download de algo imaterial como um mp3 que substitua o desejo fetichista de possuir a mercadoria original oficial do mercado, da posse do objecto. No tempo das rádios FM, que passavam álbuns inteiros, todos temos uma quantidade enorme de cassetes caseiras gravadas. E naquela altura, nunca nos acusaram de sermos piratas. De certo, o fetiche da mercadoria ultrapassa o conteúdo – mas, antes de tudo, é necessário que o conteúdo nos interesse.

    Texto pinçado do blog portugues “Is” End./Pág.: http://intervencoes.blogspot.com/ Comments “Excertos da entrevista de Trent Reznor (Nine Inch Nails) à revista Pública de 15 de Abril”.

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  9. Oiie Sérgio!!!
    Tô loka pra ouvir esse som, mas não consegui... o link está com erro. Será que vou ficar só na saudade ou você poderá me ajudar mais uma vez nessa????
    Brigaduuuuuu...

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  10. Mony Rocha, acho bom q vc vá passeando pelo blogui, descobrindo paisagens sonoras bacanas e, com isso, os links q, na distância, o tempo tratou de apagar. Sinceramente, gosto disso! Aos poucos vamos consertando um por um, mas... procura tbm caminhar pelas 1ªs páginas, vai...

    Estou tendo uma imagem engraçada agora. Na praia, os pais zelosos, mas tbm querendo relaxar, gritam pras as crianças: "Crianças! Fiquem aqui pela beirinha, não vão muito lá pra dentro da rebentação que é perigoso." O mar é uma lagoa, mas papai e mamãe tbm merecem um descansinho, né?

    Tem tanta coisa boa mais pra cá do tempo, "Alice"...

    E se entraste no blog no dia da postagem do This Mortal Coil, uma super e inusitada descoberta!, pq não se abraça a esse disco devastador? Muito mortal? Então, pra compensar as lágrimas derramadas, q c acha de um Maceo Parker, logo abaixo? Eis um álbum q é uma devastação de felicidade super-hiper-dançante!

    Mony, menina... Tem tanta coisa pedindo pra ser ouvida e comentada... Tem até a neta do Tolstoy. A sueca Viktória Tolstoy, maravilhosa em 3 álbuns lindos! Veja:

    http://sergiosonico.blogspot.com/2009/05/viktoria-tolstoy-my-swedish-heart-2005.html

    Anfã, não quero perder uma nova amiguinha virtual, louca por música, só pq tentando ser simpático, porém sincero, não fui dessa maneira interpretado. Ainda mais essa moça sendo carioca feito eu. Mais um motivo pra não ter erro de interpretações. Legítimos cariocas se entendem no nosso jeitinho, franco e sacana de ao mesmo tempo ser, certo?

    To cheio de dedos com vc, ta percebendo, né? E o motivo, óbvio, é pra sendo como sou, não te perder. É isso. Link refeito. Mas, por favor, seja boazinha e, só por hoje, passeia aqui pela beirinha onde eu possa te ver, tá?
    Bjos!

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Uma obra de arte é um ângulo apreciado
através de um temperamento.
(Emile Zola)